O Programa Jussara está ajudando florestas e famílias a prosperarem.
Um modelo que pode alcançar mais 171 famílias no Brasil, trazendo oportunidades.


Jussara significa 'a mais alta' em tupi-guarani. É também o nome de uma palmeira nativa, Euterpe edulis, conhecida por suas propriedades antioxidantes e por honrar as tradições. Após séculos de desmatamento e degradação, ela corre o risco de extinção.
No sul da Bahia, famílias estão restaurando florestas e reconstruindo sistemas alimentares por meio do Programa Jussara. Elas praticam a agroecologia, resgatam cultivos tradicionais e criam cadeias de suprimentos que sustentam tanto suas subsistências quanto a terra.


Liderada por quilombolas (uma comunidade tradicional no Brasil fundada originalmente por africanos escravizados que fugiram) e agricultores familiares, com mulheres na liderança, a terra está se recuperando.
Desde o cacau e a cana-de-açúcar baseados no trabalho escravo até a monocultura do eucalipto, este bioma sofreu séculos de exploração. Agora, espécies nativas como Jenipapo, Araribá, Jequitibá e Jussara estão retornando.


O acesso ao crédito nunca foi fácil para os agricultores. Mas este programa dá-lhes as ferramentas, competências e confiança para alimentar as suas famílias, obter um rendimento e recuperar o controlo das suas terras.
As mulheres estão a construir redes de conhecimento e solidariedade, dinamizando as economias locais ao mesmo tempo que restauram o solo, a água e os microclimas. Uma vitória total.


Todo o progresso ecológico é acompanhado através do Restor e de monitorização por drone. Mas, sem mais financiamento, o crescimento vai estagnar.
O Programa Jussara pode alcançar mais 171 famílias e expandir um modelo de agricultura que restaura em vez de esgotar.
Apoie o Programa Jussara, implementado pelo Instituto de Sustentabilidade Ubá.


