Na Costa Rica, uma onda de calor marinho intensificada pelo El Niño devastou os recifes de coral.
Agora, a Raising Coral está restaurando-os por meio da ciência, comunidade e cuidado.


Em 2024, uma onda de calor marinho prolongada, intensificada pelo El Niño, resultou em uma perda severa de corais, com quase 60% de mortalidade no Parque Nacional Cahuita e no Golfo Dulce.
No sul da Costa Rica, a Raising Coral Costa Rica estava pronta.
Anos de restauração e monitoramento de recifes significaram que eles puderam responder rapidamente: resgatando corais vulneráveis e documentando como os recifes reagiram ao calor extremo.


Eles ativaram um plano de resposta ao branqueamento: conservando as colônias sobreviventes, coletando dados sobre os impactos do calor e protegendo os genótipos de corais fortes em seus viveiros para restaurações futuras
Em Los Mogos, seu principal local de restauração de 79 ha, a equipe viu sinais de esperança.
Graças à redução do desmatamento rio acima, a água permaneceu mais clara, ajudando alguns corais a suportar o calor melhor do que em outros lugares.


Desde 2016, a Raising Coral construiu 19 estruturas de viveiro, restaurou 9 locais de recife e plantou mais de 5.000 corais. Esses anos de preparação lançaram as bases para a recuperação após o evento de branqueamento.
Por meio do Restor, a equipe acompanha a saúde dos recifes, monitora as condições e compartilha abertamente o progresso.



